domingo, 1 de outubro de 2017

IDENTIDADE TRAÍDA!



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Historicamente o relacionamento entre homem e mulher sempre foi conduzido por uma única parte - a do homem!

Desde então, a mulher sempre foi submissa frente a algumas instâncias sociais - casa, sexo e filhos. Neste caso, restou-lhes os adjetivos de fragilidade, sensibilidade e emocionalidade.

Ledo, engano!

Ao decorrer dos tempos, um empoderamento foi conquistado por elas. Mas, a amplificação deste só ocorreu na década de sessenta quando houve a descoberta e divulgação da primeira pílula anti-concepcional dando, assim, uma liberdade de escolha às mulheres, em diversas áreas.

Puxaram ar, soltaram a voz!

Assim, o poder masculino começou a cair em declínio, tendo as mulheres, a partir desta data, o direito de escolher se teriam ou não filhos, se seriam ou não mães... Numa frase: obtiveram o poder perdido de suas mentes e corpos.

A partir de então, não totalmente: a mulher começou a conquistar o seu espaço social, comandando a casa, o marido, o trabalho, o corpo a mente e, também, a relação amorosa. Todo o poder tem sido conquistado por elas. Tanto poder, parece-me, que estão serrando o próprio galho.

Olhem só...

Ao decorrer do dia, circulam as notícias: um homem pula da ponte rio-Niterói por ser traído. O outro, enforca-se por descobrir que a sua noiva, no dia do casamento, tinha um caso com o padrinho. Já o outro, atira na própria cabeça por ver um vídeo com a sua namorada transando com dois caras num hotel...

"Todo" o poder de igualdade foi conquistado por elas. Que bom! Mas, ainda assim, há um cheiro de revanchismo no ar. Por isso, vale a pergunta: será que a mulher tornou-se ou está se tornando a nova insensível da relação tal como o homem sempre foi?

Como alerta o poeta: "o sonho do oprimido sempre foi se tornar o opressor". Assim, uma última pergunta: são essas as novas mulheres?

Por...
Max William e Adriano Alves.