sábado, 8 de agosto de 2015

CINEMA E EDUCAÇÃO.

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Amo cinema. E, em muitos dos meus textos, já escrevi e declarei esse amor. Por conta disso, declararei uma vez mais em forma de texto. E tendo as palavras como suporte, meio e instrumento para tal declaração.

Os gregos tinham um modo muito peculiar de se divertirem. Eles iam ao teatro, enquanto nós vamos ao teatro moderno - o cinema!

De modo geral, existiam muitas temáticas que rolavam nos palcos dos teatros - a céu aberto - dos gregos. As mais frequentes e requisitadas eram as tragédias. Os gregos amavam assistir as tragédias!

É interessante e importante saber que os gregos não amavam as tragédias por elas mesmas, nem pela quantidade de pessoas que ali se reuniam ou muito menos pelo seu glamour em relação aos outros povos.

Mas, os gregos amavam as tragédias porque, por meio delas, era mais fácil transmitir três valores basilares para a Grécia Antiga - Educação, Valores Guerreiros e Costumes típicos gregos. Assim, a sua identidade, enquanto povo, era preservada e reproduzida.

É com essa perspectiva que pretende-se escrever sobre o cinema da atualidade, dado que o mesmo, especificamente o americano, pretende repetir os valores educacionais gregos - com a roupagem estadunidense, é claro!

Antes, então, de escrevermos sobre a educação e o cinema para os estadunidenses, é considerável admitirmos que os gregos ainda estão no topo e mais uma vez devemos gratidão a eles. Ponto!

Atualmente, os filmes americanos ditam modas, modos e comportamentos para o mundo. E isso não seria de se esperar e de se espantar, pois eles querem "dominar" tudo! Basta assistirmos a qualquer filme americano de ação que, no momento mais emblemático do mesmo, a bandeira dos Estados Unidos das Américas é estendida, de modo a expressar todo o seu patriotismo. Pronto, temos um primeiro valor.

Grosso modo, patriotismo significa o quanto os cidadãos devem lutar, viver e compartilhar os valores de sua pátria, sua cultura. Isso é muito importante para os estadunidenses, posto que tal ideia é expressada repetidas vezes pelos filmes de ação. E o único significado possível é reiterar e perpetuar os seus valores, bem como ensinar ao mundo que os assiste o jeito que deve ser!

Outro comportamento muito comum nos filmes americanos atuais da atualidade é a total valorização dos negros, uma vez que os mesmos já foram interpretados como burros de carga e sem alma. Que crueldade!!!

Nos filmes mais modernos, os negros não interpretam papéis somente de empregados, escravos e catadores de lixo. A verdade é que os negros estadunidenses não sabem mais o que é isso nas "telinhas" do cinema, haja vista que, finalmente, eles venceram e conquistaram o coração de todos. Basta assistir ao filme "Doze anos de Escravidão" para certificar-se disso. O fato é que não seja bem assim na realidade.

Seja em séries, documentários ou em filmes: os negros passaram a representar papéis de presidentes da República, Executivos de alto Escalão, Vencedores, Jogadores milionários de basquete, bem como os de cantores que ditam as regras do e para o mundo da música pop.

Isso é o suficiente para espelhar e demonstrar o quanto a realidade social dos estadunidenses mudaram? Ou apenas o mundo do cinema mudou? Essa pergunta traz para a discussão, no campo do cinema, a velha problemática da igualdade entre os homens.

Como o cinema estadunidense poderia esquecer-se de tal problema, uma vez que eles amam ser o centro das atenções?

Por incrível que pareça, os cineastas trabalham com frequência esse problema da igualdade ou desigualdade entre os homens em vários filmes, de vários modos e diversos sentidos. E o que lustra tão bem essa ideia é o filme, "Corrente do Bem". Agora, se a igualdade existe ou não entre os homens é outro papo! Pois, a pergunta que devemos nos fazer é a seguinte: "existe igualdade e, se sim, em que sentido?".

Para muitos, a igualdade é mero palavrão, mera discussão de academia, dado que pobres continuam a permanecer pobres e ricos continuam a ficar ricos! Esse problema da igualdade, pelo o que nos consta, é velho. E vai continuar a envelhecer. Pelo o que me consta, amamos ser diferentes. E as mulheres, simples de pensamento, ainda mais! Ah, você discorda? Dedique um pouco de atenção aos salões de beleza. Verás!

Mas, em que sentido falar em igualdade é chique? É chique falar em igualdade quando tratamos das leis, ou seja, o que um indivíduo cometer, bem como o seu semelhante, pagarão do mesmo modo, no mesmo lugar e com a mesma pena! Sempre perguntei-me quando isso foi verdade e não cinema! (?).

Desse modo, podemos concluir que o teatro tecnológico dos estadunidenses transmite e com muita frequência os valores do patriotismo, da igualdade racial, bem como o da igualdade econômica entre os homens. Porém, todos os dias tomamos consciência que é mera questão chique e de cinema. Pois, na vida real amamos possuir vontades diferentes, e, assim, tomar vinhos diferentes, vestir roupas diferentes, possuir carros diferentes, bem como jantar em restaurantes chiques e diferentes!

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