sexta-feira, 30 de agosto de 2013

POESIA PARA SEMPRE.

A poesia e o coração do homem estarão sempre ligados, unidos e casados.

POESIA E FILOSOFIA.

A luz acende e apaga;

A clareza vem, aparece e logo desaparece;

A mente abre-se e depois fecha-se;

Por momento, a clareza é transbordante;

Por outro, sequer há uma fresta de luz; 

Esse é o momento de aprender, apreender, reaprender: fazer filosofia. Viver!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

DIFERENTES PERSPECTIVAS SOBRE AS ORIGENS.

Desde o "nascimento" do mundo, diversas áreas do conhecimento humano debatem-se, cada uma ao seu modo, para demonstrar - racionalmente ou não - como o mundo tornou-se mundo. Assim, a Ciência, sobretudo no campo de Georges Lemaitre, expressou o nascimento do mundo a partir de uma grande explosão e somente por meio dessa explosão o mundo tornou-se o grande alicerce dos homens. 

Já a religião, sobretudo Judaico-cristã, defendeu o nascimento da existência a partir de um toque divino. Desse modo, o mundo nasceu quando Deus trabalhou durante seis dias e no sétimo descansou.

Além dessas duas correntes de conhecimento acerca da origem do cosmos, há, também, os óculos gregos sobre o nascimento do universo. Segundo os gregos antigos, os mitos eram os grandes responsáveis por expressar as "razões" de tudo o que ocorria em seu mundo físico-natural. 

Assim, a mitologia grega antiga apresentou - por meio dos rapsodos - a ideia de que o mundo veio à tona a partir de uma relação entre Caos e Gaia. De modo geral, somente após essa relação "sexual" nasceram o dia, a noite, o tempo cronológico, Ciclopes, Titãs entre outros que habitariam esse cosmos.

De acordo com esse resumo acima há, pelo menos, três interpretações para compreender a origem do universo. Algumas correntes citadas acima existem há mais de dois mil anos, por exemplo. Já outras, também, citadas acima - como a ciência de Darwin - existem há poucos séculos. 

No entanto, pode-se concluir, sem dúvida, que há correntes mitológicas, religiosas e científicas acerca da existência do mundo. Todavia, deve-se começar a compreender o mundo por qual dessas correntes? Qual deve-se acreditar ou duvidar? Qual se deve seguir ou lançar para trás das costas? Qual óculos vestir para compreender o nascimento do universo que causa tamanha busca em indivíduos comuns e em filósofos de alta reflexão? Em pleno século XXI - cujo título de consumismo é dado aos indivíduos desse século - como pensar na origem do mundo? É, pois, possível?

Deixando as interrogações e as investigações sobre as correntes do entendimento humano que nos demonstram a origem do mundo para que cada leitor responda a sua maneira; consideramos que há diversas outras correntes de pensamentos humanos que nos ensinam a compreender o mundo e a olhas para o mundo. Ou melhor, há diversos outros óculos passeando pelo mundo de modo que se "necessita" vesti-los: alguns "pretos, outros brancos, outros azuis ou, até mesmo, amarelos". 

Portanto, não se pode esquecer que óculos/ interpretações não faltaram para compreender o mundo e os seus problemas.

Sem dúvida há, atualmente ou no passado mais remoto, óculos que nos ensinam a compreender o mundo. Alguns mais Objetivos e outros mais Estéticos. 

Nesse mar de variedades interpretativas, encontra-se, por exemplo, a Arte. Ela, por meio de pinturas, nos demonstrou a origem do mundo; nos demonstrou a queda de Adão e Eva do paraíso devido aos seus pecados. Ousou até nos demonstrar - como fez o pintor, Italiano, da Capela Sistina Michelangelo - que o divino está em contato direto com os homens decaídos. Ora, tais correntes do entendimento humano citados, são as únicas para se entender o mundo? 

Evidentemente que não! Nessa dança de interpretações humanas, são postas "à mesa" para que se coma dos "rebanhos" da Psicologia, da Filosofia, da Literatura, da Politica, da Economia, da Pedagogia...

por fim: compreendemos, conhecemos e alisamos sempre por diferentes perspectivas.